quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A Bíblia e o GuinessBook


A Bíblia é o livro mais vendido no mundo. Desde que foi impressa por João Gutemberg, aliás;  o primeiro material  impresso, superando todas as expectativas  de distribuição. Está traduzida em toda ou em parte em 2.212 línguas.  Atualmente, 685 projetos de tradução estão sendo realizados.

Em  segundo lugar está o Guiness Book (O livro dos recordes), que já vendeu 75 milhões de exemplares em 37 línguas, até 1994.

É interessante a relação entre esses dois livros. O Guiness relaciona e destaca os feitos humanos e suas superações. Nele podemos encontrar o homem mais alto do mundo,  o maior equilibrista, o que conseguiu permanecer numa banheira com a maior quantidade de serpentes vivas, o que conseguiu escalar a maior das montanhas,  a mulher que possui o cabelo mais longo, o pára-quedista que chegou  mais próximo do solo   sem abrir o pára-quedas, etc.

A Bíblia, por outro lado, também possui os seus heróis. O presidiário que transformou-se em primeiro ministro (José do Egito). O  que fez milagres usando um cajado transformando-o em serpente, abrindo ao meio o mar vermelho, fazendo jorrar água de uma rocha (Moisés). O que sob a sua liderança   fez com a muralha de uma cidade ruísse apenas com o som de trombetas e gritos, e  noutra oportunidade fez com que  o sol parasse durante uma batalha (Josué). Houve um que fez outro viver mesmo depois de morto (Eliseu). Há, ainda, o que matou um leão com as mãos e na sua morte derrubou um enorme templo (Sansão). E o homenzinho que derrubou um gigante com apenas uma pedrada ?  (Davi). E se fossemos falar do homem que dormiu uma noite com leões famintos ? (Daniel), ou dos que com apenas o louvor provocaram um terremoto e abriram uma prisão ? (Paulo e Silas)...

 Interessante notar que nenhum personagem Bíblico recebeu qualquer prêmio por seus feitos. É aí que está a grande diferença. A Bíblia foi escrita para glorificar e exaltar a Deus. Jamais fizeram algo para conquistar algum “pódio”. Vale a pena ressaltar que conseguiram pela fé e na força sobrenatural de Deus.

Se Você deseja transformar-se em manchete mundial e só escolher  alguma coisa maluca para fazer, registrar o feito e enviar para o Guiness.

Mas, se não acha isso interessante e quer apenas ser reconhecido por Deus, revista-se de humildade, amor, fé, oração, bondade, fidelidade, Palavra de Deus e pronto: Seu destino será o Paraíso. Mas atenção, tem muita gente achando que existe um “Guiness Espiritual”. Que as pessoas serão aplaudidas  pelos anjos devido as  “virtudes espirituais”  ou por causa de uma ação altruísta, algum ato de bondade.

Falando em recorde. Você não acha que alguém que sendo Deus se fez homem, nasceu numa manjedoura, foi o mais santo de todos, que mais verdades espirituais deixou, realizou a maior quantidade de milagres físicos, emocionais e espirituais, teve a pior das mortes e reviveu após três dias, merece mais espaço no seu coração?

Na esperança de viver o recorde do tempo .

Por Pastor Elias Alves Ferreira

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Por que a Bíblia é o Grande Livro?

Muito poderíamos dizer a respeito deste que é o maior best-seller de todos os tempos. Nada mais que 2.212 entre línguas e dialetos contém tradução total ou parcial deste livro. Selecionamos, entretanto, alguns pensamentos a respeito, visando compreender por que tão alta procura.

A Bíblia é o grande livro por que não é uma obra de ficção. Os personagens realmente existiram e os lugares mencionados podem ser verificados geograficamente até hoje. Os acontecimentos contidos são confirmados pela arqueologia.

A Bíblia é o grande livro por que não se contradiz. Apesar de ter sido escrita em três continentes (Ásia, Africa e Europa), por mais de 40 escritores, separados por mais de 1.500 anos entre o primeiro e o último escritor (Moisé e João) em nenhum momento se contradiz. Isto sem contar a cultura tão diversificada dos homens que foram usados pela mente Divina. Encontramos entre eles: Estadista, Reis, Sacerdotes, Copeiro, Padeiro, Boiadeiro, Pescadores, Coletor de Impostos, Médico, Advogado, Etc.

A Bíblia é o grande livro por que tem uma linguagem profunda e ao mesmo tempo simples. Alguns a complica, mas ela é direta e simples. As verdades são comparadas às aves, às plantas, às construções, aos costumes familiares, etc. Aos problemas são dados os nomes e o pecado é chamado de pecado e o amor é chamado de amor. Independente da classe social dos personagens quando erraram foram corrigidos justamente. É bem vinda em qualquer lugar ou situação. Tem orientação para o sábio, o inculto, o idoso o jovem, etc. Ao alegre põe-lhe um cântico nos lábios e ao triste conforta-lhe trazendo alento.

A Biblia é o grande livro por que tem um grande e único autor. O autor da mesma é o Espírito Santo. Jamais a mente humana poderia compilar e preservar tamanhas verdades de forma perfeita. O Apóstolo Pedro assim a descreve: “Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens Santos falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo”. II Pedro 1:21

A Bíblia é o grande livro por que tem um tema central. O tema central de toda a Bíblia é a pessoa de Jesus Cristo. Começa com uma linguagem profética, tipológica e figurada e culmina com a humanização, o ministério, a obra, a morte e a ressurreição de Cristo. Anuncia sua segunda vinda de forma iminente e pessoal sendo que o último livro fala da união eterna dos salvos com o seu Senhor.

A Bíblia é o grande livro porque fala do grande amor, do grande Deus, do grande plano de salvação, das grandes bênçãos, para uma grande pessoa, como você.

Por Pr. Elias Alves Ferreira

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Eu, um míope


”pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.” – Efésios 6.12
 Nem tudo que ocorre de errado é espiritual e do mal, mas que inúmeras incidências à nossa volta têm suas origens nas trevas não há como negar.
 
Ter uma visão clara das situações não é uma tarefa fácil. Quando espiritualizamos as atitudes humanas perdemos uma chance de compreender, ensinar ou ajudar as pessoas. E quando humanizamos as coisas espirituais não passamos de marionetes nas mãos dos nossos adversários espirituais.
 
A não compreensão das armadilhas espirituais, freqüentemente, nos conduz aos ressentimentos das pessoas. Erros não compreendidos e perdoados transformam-se em fardos esmagadores da nossa personalidade. Precisamos sempre consultar os nossos corações e faxiná-los através do perdão.
 
Aprendemos neste texto de Efésios que uma luta espiritual está sendo travada e que não podemos baixar guarda, pois poderá ser fatal.
 
Por outro lado, a nossa maior luta não é contra os seres humanos, mas contra o império do mal.
 
As pessoas que fazem parte do nosso mundo, todas elas sem exceção, devemos compreendê-las, amá-las e quando necessário for, perdoá-las.
 
Existe colírio que tenha composição melhor que a misericórdia, o perdão, o amor e a graça de Cristo?
 
Ping, ping, ping...
Pastor Elias Alves Ferreira
 fonte: soudapromessa

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O Atleta Cristão


“Ao nosso derredor, está uma multidão de testemunhas (que viveram e manifestaram sua fé em Deus e que agora estão nos observando, como multidão num campo de jogo). Por isto, retiremos de nós qualquer peso (de vícios e erros) e afastemo-nos do pecado que nos envolve. Corramos com perseverança neste jogo em que estamos competindo. Voltemos nossos olhos atentamente para Jesus, que é o autor e o aperfeiçoador de nossa fé. Ele suportou a cruz e não se importou de ser humilhado, porque tinha em mira a alegria prometida (de dar sua vida, para que outros tivessem vida, e vida divina eterna). E agora, ele está sentado à direita do trono de Deus (com igual poder e majestade que Deus Pai ) ”. Hebreus 12:1-2 (Bíblia Fácil)
O escritor de Hebreus nos oferece uma figura fantástica sobre a vida Cristã, como num jogo olímpico, no momento de uma corrida. Naqueles dias já existiam as competições gregas, então, acompanhemos os elementos da linguagem metafórica:

Há um estádio com uma imensa torcida. Quem são esses que estão nas arquibancadas? Se ler na Bíblia o capítulo anterior, poderá ver uma multidão de vencedores e poderá destacar Abel, Enoque, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Raabe, Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e milhares de outros. Todos esses vencedores pela fé, acenando, aplaudindo e estimulando. Eles venceram e você também vencerá.

O Atleta Cristão deve abandonar pesos desnecessários. Ao entrar numa pista de corrida, numa competição oficial, o atleta deve se desvencilhar de qualquer peso que o atrapalhe. Estes pesos são as atitudes quando voltadas para si própria, sendo Deus e seus preceitos esquecidos e feridos, os semelhantes são desrespeitados e prejudicados. A esses comportamentos não saudáveis chamamos pecados.

O Atleta Cristão deve vencer o problema existencial. Mais do que atitudes erradas devemos ter consciência que nascemos errados, com inclinações para viver longe de Deus. Isto mais do que ser ensinado é inerente a natureza humana. O Escritor Bíblico fala de pesos, pecados, no plural, e fala da existência, pecado no singular. Mais do que resolver atitudes, deve-se resolver o problema da existência, de si próprio, do alvo de adoração. Para quem nascemos, vivemos ou morremos?

O Atleta Cristão deve olhar para o Atleta modelo – Cristo. A vitória não é nossa, vem do alto do autor, idealizador e consumador da fé. Ele deu o exemplo em tudo. Despojou a glória divina, se fez gente, nasceu, viveu e deu a vida humildemente numa cruz e recobrou-a na ressurreição. Não fez caso dos sofrimentos da prova, porque no final não seria apenas vencedor, mas outorgaria vitória a todos que seguissem suas pisadas. Ele como modelo maior, está à direita de Deus Pai, intercedendo para que sejamos vitoriosos de igual forma.

Prossigamos com sua força e fé, na competição espiritual da vida. O mais importante não é chegar em primeiro, mas chegar. E, quando cruzarmos a linha da chegada e estourar no peito a fita da vitória, subiremos no pódium eterno, receberemos a coroa da vida e teremos o nome confessado por Cristo, diante de Deus e Seus anjos Apocalipse 3. 5, 21.
Por Pr. Elias Alves Ferreira

domingo, 4 de setembro de 2011

O profeta sem machado


Em 2 Reis capítulo seis, do versículo um ao sete, está um episódio com princípios interessantes que podem ser aplicados em missões e evangelismo.

Os discípulos dos profetas tomaram uma atitude de construírem um lugar mais amplo. Não podemos conformar com o que temos, e sim, com uma santa inquietação lutar para o crescimento.

Os discípulos ou “Filhos” dos profetas prezavam por uma autoridade superior. Não foram sozinhos e convidaram o profeta Eliseu. O trabalho de conquistar almas depende de uma supervisão ou administração superior. Deve ser feito em conjunto. No ato de abençoar e ser abençoado está a vitória.

Estes homens eram empenhados no propósito. Na beira do Rio Jordão derrubaram muitas árvores. Estas árvores são as vidas que devem ser conquistadas e trazidas para a casa do Senhor, para glorificarem a Supremacia Divina. Assim como árvores não agem sozinhas, é preciso disposição para que sejam torneadas e colocadas no lugar certo. A isto também chamamos integração, onde todos os departamentos da Igreja esforçam-se na edificação das vidas.

Os profetas foram surpreendidos por um acidente. Em meio ao árduo trabalho perderam o machado. Todo o cuidado é pouco. Evangelismo é também enfrentar de frente as hostes das trevas. Ataques espirituais e imprevistos são comuns.

Outra lição desta história é que não dá para derrubar árvores sem machado. O que adianta machado sem cabo ou cabo sem machado? Este machado completo representa os valores espirituais. A ação do Espírito Santo e as verdades bíblicas constituem a ferramenta do nosso trabalho. Com esforço próprio e com a capacidade humana não se realiza a obra do Senhor. Mas atenção: O machado não era deles e sim emprestado. Toda vitória no evangelismo deve ser tributada para a glória do Senhor. Lucas tinha esta visão quando escreveu em At. 2.47 – “... E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”.

Mas para que àquela santa missão não acabasse em frustração O Senhor realizou um milagre através de Eliseu fazendo flutuar o machado. Isto permitiu que terminasse a bom termo aquele propósito.

Como estamos diante do Senhor? Conformados ou inconformados diante do crescimento do evangelho? Trabalhando adequadamente ou somente com o cabo do machado?

Em tempo: Se o machado foi perdido, não desanime, experimente o milagre. Deus precisa de você.
Por Pr. Elias ALves Ferreira
fonte: soudapromessa

sábado, 3 de setembro de 2011

Quando o amor supera os rios


 “As muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afoga-lo” – Cantares 8:7(a).
A Bíblia é um livro que fala de amor. Amor altruísta, amor amizade, amor espiritual, e também de forma natural, o amor conjugal. Cantares ou o Cântico dos Cânticos exalta o amor na vida a dois, dizendo que este amor deve vencer todos os obstáculos impostos pelas circunstâncias. Nas últimas declarações românticas deste livro encontramos esta linda metáfora: “As muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afoga-lo”. No caso específico, estas palavras foram da noiva Sulamita para o noivo Salomão. Mas qual nível de amor não aprende nesta frase?
Pelo menos duas verdades estão nítidas. A primeira é que o amor está sujeito aos contratempos. A expressão apaixonada fala de muitas águas, de enchentes, de correntezas que podem vir contra o amor. O amor é maravilhoso e “lindo”, mas ainda assim pode passar por momentos de provações. Dentro de um lar os maiores inimigos podem ser falta de investimento no casamento (principalmente tempo), falta de perdão, comunicações errôneas, pecado, influências de terceiros, desequilíbrio financeiro, etc.
A segunda verdade é que apesar das dificuldades é preciso acreditar no amor. E quando se acredita no amor ele se torna invencível. Como um herói ele derrota todas as coisas negativas. Ele é o bálsamo para a dor, o sorriso para a tristeza, o perdão para a mágoa, a companhia para a solidão, o agasalho para a apatia, a suavidade para a agressividade, a esperança para a inquietude, o recomeço para o desanimado... O amor supera os rios.
Apesar do amor ser mais forte que os rios, a Bíblia apresenta muitos acontecimentos relacionados a eles: O rio do Éden, o rio Jordão, o rio Tigre, o rio Eufrates, o rio profético (purificador) de Ezequiel 47, o rio da água da vida, entre outros. Porém no Brasil dois rios ilustram bem como deve começar e viver um relacionamento. O Rio Solimões nasce no Peru, e o rio Negro na Colômbia. Eles se evoluem lentamente nos seus leitos por entre a floresta Amazônica. Até que perto de Manaus se encontram formando um só rio, o Amazonas. A partir do encontro caminham juntos, embora sejam visíveis ainda, numa distância de 100 quilômetros, as águas dos dois rios. As águas do rio Solimões são mais velozes e barrentas, as do rio Negro, mais vagarosas e escuras. Após esta distância, as águas se misturam completamente e passam a possuir a mesma velocidade e a mesma cor, até se perderem no oceano.
Assim é o casamento. Nascem em famílias diferentes, se encontram, caminham juntos (namoro e noivado), se misturam completamente (casamento), até se perderem no oceano que é a eternidade na pessoa de Deus. Mas antes da mistura completa é preciso entender as diferenças e acertarem a velocidade da vida. Isto custa tempo, paciência e sacrifício. E quando o amor amadurece, renuncia as diferenças e se entrega, ocorre o milagre do “sentido” da vida. Não há retorno, como as águas do Negro e do Solimões, depois de uma certa distância não se desfazem, assim é o casamento legítimo. Na verdade, esposo e esposa, quando descobre o prazer de uma vida a dois, a soma dos dois destinos, que estão agradando a Deus, não aceita o retrocesso. Descobre, aliás, que estão semeando à semelhança de Cristo. Daquele maravilhoso Jesus que deu a Sua vida na cruz em favor da Sua amada noiva, a Igreja, e que hoje aguarda tão somente o momento certo, para tê-la ao Seu lado para sempre.
Como é dito tradicionalmente no dia do casamento: Na alegria e na dor, na saúde e na doença, no sucesso e na desventura... mas só vale a pena, quando sonham e querem que o amor supere os rios.
Pastor Elias Alves Ferreira

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Aprendendo com o sofrimento


“Em tudo, daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” – 1 Tessalonicenses 5.18.
Uma vida isenta de problemas é um sonho que persegue a todos. Mas a realidade é diferente, e estamos sempre com algum obstáculo a ser vencido. Ricos ou pobres, sábios ou ignorantes, jovens ou velhos, são alvos das alterações e contrariedades na maneira de viver.
Mas há sempre maneiras corretas de encarar as dificuldades. É preciso discernimento nos momentos adversos. A primeira análise é: Este problema é real ou imaginário? Isto é importante porque a grande maioria é fruto da imaginação ou emocional e nunca acontecem. Mas se o problema for real e dimensionável, a vitória deve ser começada com gratidão. “Em tudo, daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” – 1 Tessalonicenses 5:18 é a recomendação Bíblica. Agradecer por todas as coisas implica em reconhecer que nada é por acaso, mas com finalidades específicas. Quando o nosso coração se abre para a gratidão passamos a compreender as palavras de Romanos 8.28 - “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. As coisas boas e más são para o nosso crescimento.Louvor e adoração só nos trazem benefícios; enquanto que amargura e murmuração nos conduz a um abismo.
Ao estarmos em um problema, não devemos resolvê-lo sozinho. Podemos contar com o maior dos amigos, o Senhor Jesus. Sobre Ele profetizou Salomão: “...mas há amigo mais chegado do que um irmão.” – Provérbios 18.24. É no diálogo sincero, específico, movido pela fé, com objetivo, que somos beneficiados. Se Jesus deu a vida na pior das mortes, a morte de Cruz e hoje vive como Sumo Sacerdote, o que Ele não pode fazer por alguém ou nós?
Mas porque os sofrimentos? Os sofrimentos nos ensinam a depender exclusivamente de Deus, eliminar os velhos hábitos, compreender a vontade Divina, valorizar determinadas pessoas, situações e bens que julgávamos desinteressantes.
Deus deseja que todo sofrimento resulte numa comunhão mais íntima, num novo aprendizado, numa nova escala de valores, num desapego às coisas temporais, numa nova renúncia e submissão. Em outras palavras: Todo sofrimento, se não for ocasionado por displicência ou rebeldia, é didático.
Aproveite sempre para ver o Senhor, o Grande Pastor das ovelhas e orar como o Salmista: “A tua vara e o teu cajado me consolam”. – Salmo 23.4. Assuma as palavras de Hebreus 12.10 – “Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade”.
Pastor Elias Alves Ferreira

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Desejos de um sábio


Com Salomão podemos aprender muito, mas para a oportunidade, queremos destacar dois desejos que foram explícitos no início do seu reinado.
O primeiro foi a sabedoria conforme 1Reis 3:5, 9 (BLH) “...O Deus Eterno apareceu num sonho a Salomão e perguntou: O que você quer que eu lhe dê ? Portanto, dá-me sabedoria para que eu possa governar o teu povo com justiça...”. Tantas outras coisas Salomão poderia ter pedido: Riquezas, saúde, paz, destruição dos seus inimigos, etc. Mas o que pediu foi sabedoria. Como é importante a sabedoria ! Os capítulos 2, 8 e 9 de Provérbios afirma que se nós priorizarmos a sabedoria teremos: conhecimento, uma vida equilibrada e feliz, a maior das riquezas, proteção, prazer, caminhos direitos, prosperidade, vida, vida eterna... Deus!
O segundo desejo de Salomão está em 1 Reis 5:5 (BLH) “...Portanto, eu resolvi construir um templo para adoração do meu Deus, o Eterno”. Assim sentiu e assim aconteceu. Impulsionado por este sentimento, providenciou material de construção, convocou trinta mil operários e o majestoso templo, o mais exuberante de todos, ergueu-se no monte Moriá, em Jerusalém.
No primeiro desejo o Rei pede a Deus sabedoria; no segundo, procura devolver construindo-Lhe um templo. No primeiro está uma ação de Deus para o homem; no segundo, uma ação humana para Deus. O primeiro revela a impossibilidade humana; o segundo a possibilidade. Mas ambos os desejos são indispensáveis.
Precisamos aprender com Salomão e assumir a “sabedoria” e a “ação”. Sabedoria sem ação não é sabedoria e sim tolice. Mas também, ação sem sabedoria resulta em desordem.
O mundo precisa de operários como os que trabalharam no templo de Salomão. Mas não para edificar um templo de ouro, mas muitos templos vivos com as maiores riquezas: A plenitude de Cristo, o poder do Espírito Santo, o amor do Pai e as eternas promessas das Escrituras.

Missões é...


Por Pr. Elias Alves Ferreira
Missões é a tarefa suprema da Igreja, a logomarca do verdadeiro Cristão, o canal das verdades do Reino, o termômetro das profecias, a trombeta da volta de Cristo, a razão dos salvos, a justificação das dádivas, o saqueamento do lago de fogo, o povoamento do céu, a expectativa dos anjos, o sonho de Deus...

Missões é olhar para dentro de nós e reconhecer a necessidade de um salvador. E depois pela fé descobrir e aceitar o grande tesouro de que não há outro ser no universo: Tão perfeito, que viveu tão puro, que ensinou as eternas verdades, que derramou o Seu sangue na pior das mortes, que reviveu ao terceiro dia, que vive a interceder e levará os salvos para estar sempre ao Seu lado.

Missões é um mistério que somente é descoberto com o coração: Na construção da arca por Noé, no chamado de Abraão, na busca da noiva para Isaque por Eliézer, nos sonhos de José, na liderança e pessoa de Moisés, na conquista de Canaã por Josué, nos louvores do saltério pelos salmistas, na reconstrução de Jerusalém por Esdras e Neemias, no transporte de Daniel e seus amigos para a Babilônia, na ida de Jonas à Nínive, na dispersão dos Apóstolos, nas viagens missionárias de Paulo, na pessoa completa de Jesus: Sua humanização, Seus ensinos, Seus milagres, Sua morte, Sua vida, Sua vinda...

Missões é praticada por todos, independente da idade, sexo, posição ou cultura, que não são indiferentes ao clamor do mundo e respondem: Movidos pelo amor divino repartindo as bênçãos materiais; levados pelo sopro do Espírito aos lugares mais necessitados; e rendendo-se ao peso da intercessão, regando com lágrimas os campos missionários.

Missões, nunca é cedo começar e é impossível deter. Faça parte deste exército.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A cura para o estresse

“Vinde a mim, vós que estais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei” Mateus 11:28 Nesta época de final e começo de ano, entre uma e outra comemoração, costuma-se fazer um balanço sobre os acontecimentos que nos marcaram no ano que termina. Uma recente pesquisa mostrou que a grande maioria das pessoas entrevistadas, embora tenham conseguido algumas realizações pessoais e profissionais, declararam ter perdido grandes oportunidades e até adoecido por causa de uma doença, chamada a “doença do século”, o stress. Muitos dos que foram acometidos dessa doença recorreram ao uso de anti-depressivos, tratamentos terapêuticos, enfim, tudo o que a medicina pode oferecer, e, em alguns casos, até obtiveram resultado satisfatório. A Palavra de Deus nos ensina que Jesus, através de seu sacrifício na cruz levou sobre si todas as nossas dores (Verdadeiramente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si...Isaias 53:4), nosso cansaço, nossa fraqueza, nossa desesperança, (...o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas suas pisaduras fomos sarados. Isaias 53:5) para que pudéssemos hoje, descansar em paz, diante da Sua presença. A correria da vida, muitas vezes nos faz perder o verdadeiro sentido de liberdade, acabando por nos acorrentar a um círculo vicioso de trabalho sem fim, busca desmedida pelo sucesso, que por isso acabamos por nos tornar autômatos insensíveis. Mas, a Palavra do Senhor nos mostra que a cura para todos esses males é uma só: Jesus Cristo: (Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas - Mateus 11:29). Só através de Jesus Cristo podemos alcançar a paz tão almejada, o descanso verdadeiro para os nossos corações e a verdadeira felicidade, pois nos tornando servos de Jesus estamos, na realidade, sendo livres para amá-Lo e sermos amados por Ele. Todo o stress, todo o peso, pode ser entregue ao Senhor e substituído (Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve - Mateus 11:30). Quer ser curado? Quer paz? Quer descanso? Quer sossego? Quer prosperidade? Quer felicidade? Quer segurança? Todas essas coisas estão ao seu alcance, aí pertinho de você. Jesus Cristo aguarda que você diga sim, para poder desfrutar das bênçãos infinitas de Deus. “Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu Senhor, me fazes habitar em segurança”. Salmo 4:8. Crê somente e viva em Jesus. Por Marisa Nara 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A marca de um verdadeiro discípulo


“Assim, pois, qualquer de vós que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” Lucas 14.33.
Se sairmos de casa, pela manhã, sem uma devocional composta de leitura Bíblica, oração e comunhão com Deus, aquele dia será marcado pela derrota. Os acontecimentos serão ásperos e andaremos na contramão da estrada da vida.

Quão diferente é quando fazemos um desjejum espiritual, íntimo e pessoal com Cristo. Quando antes de por as nossas mãos em algo, deixamos nas mãos Divinas. Quando antes de por os problemas sobre os nossos ombros, os deixamos no Altar Celeste. O resultado é muito diferente e para melhor, quando o espiritual, da parte de Deus, governa o material, o emocional e o físico. Quando o Senhor vai a nossa frente passamos a ser vitoriosos em todas as coisas.

Jesus falou que o verdadeiro discípulo é o que renuncia tudo. É o que compreende que o Mestre está acima de todas as coisas. Ë o que descobre que a maior das riquezas, a maior das alegrias, a maior das satisfações, a maior das grandezas, o maior dos prazeres, o maior dos amores chama-se Jesus Cristo e seus paradoxos: Morto e vivo, crucificado e ressurreto, cordeiro e leão, pobre e rei, desprezado e amado, vendido e adquirido, sem casa e tendo um cidade de ouro, fraco e invencível, desfigurado e belo, pequeno e grande... limitado e infinito!.

Por Jesus devemos renunciar e consagrar a nossa mente, nossos olhos, nossa língua e nosso corpo.
Em relação a mente aprendemos com Isaías: “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti” – Is.26.3. Nossos pensamentos devem estar centralizados primeiramente em Deus.

Jó nos ensina quanto aos olhos: “Fiz concerto com os meus olhos”. E, ainda Josafá: “Os nossos olhos estão postos em ti” – 12 Cr. 20.12. Olhar para o Senhor e suas obras é uma maneira de nos manter sóbrios e em santa comunhão.

A nossa língua (nossas palavras), quando não controlada é uma arma destrutiva. Tiago diz: “Assim também a língua é um pequeno membro, e se gaba de grandes coisas. Vede quão grande bosque um tão pequeno fogo incendeia. A língua também é fogo...” - Tg. 3.5 e seis. Vigie para que suas palavras promovam comunhão, edificação e seja uma bênção para todos os que o cercam.

O nosso corpo deve ser diariamente consagrado à Deus. Paulo exorta: “Ou não sabeis que o nosso corpo é santuários do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus? Não sois de vós mesmos; fostes comprados por bom preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” – 1 Coríntios 6.19, 20.

Crucificando diariamente a nossa vida com Cristo e consagrando-a para a glória eterna, seremos marcados por um verdadeiro discipulado e viveremos vitoriosamente, hoje e sempre.
Por Pr. Elias Alves Ferreira
 Fonte: www.soudapromessa.com.br
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Um trono acima das tempestades


Quando nossos olhos se voltam para o Salmo 93, no seu princípio, percebemos a descrição gloriosa do Trono de Deus: “Reina o SENHOR. Revestiu-se de majestade; de poder se revestiu o SENHOR, e se cingiu. Firmou o mundo, que não vacila. Desde a antigüidade está firme o teu tono: Tu és desde a eternidade”. vs.1 e 2. Mas, quando prosseguimos deparamos com uma tempestade: “Levantam os rios, ó Deus, levantam os rios o seu bramido; levanta os rios o seu fragor”. v.3.

Que contraste. De um lado, um trono glorioso, sereno, soberano, poderoso, na mais completa harmonia e de outro, um ambiente inquieto, perturbante, vacilante e tempestuoso. A primeira situação revela o Divino, o imaterial, o eterno, e a segunda o humano, o mortal, o passageiro.

Olhando para o nosso mundo notamos as gigantescas ondas. O caos político, atentados, mortes estúpidas, acidentes, violência nas grandes cidades... São as tempestades marcando presença no mundo.
E, como se não bastasse, enfrentamos as tempestades pessoais que levam o nome de desemprego, falência, problema familiar, stress, doença, morte, etc.

O que fazer com as tempestades, se a maioria é inevitável? Podemos olhar acima das catástrofes e contemplar o Trono Celeste. Este trono não pode ser atingido pelo ódio humano, pelos desejos pecaminosos, pela ganância humana, pelas tribulações desta terra. Ele é superior e inatingível. Então podemos nortear nossa vida pela perspectiva Divina. Há um Trono, um Ser Superior assentado, que governa sobre tudo, ao qual chamamos Deus.

Devemos olhar além das dificuldades e nos encher de fé e esperança. Há uma vida além desta vida.
O Salmista, em seu louvor inspirado afirma: “Mas o SENHOR nas alturas é mais poderoso do que o bramido das grandes águas, do que os poderosos vagalhões do mar”. v.4

A conclusão deste Salmo anuncia a fidelidade de Deus e nos pede que façamos a nossa parte, vivendo em santificação: “Fidelíssimos são os teus testemunhos; à tua casa convém à santidade, SENHOR, para todo o sempre”. v.5

O Senhor Jesus Cristo, o mesmo que morreu pelos pecados do mundo inteiro e ressuscitou no dia terceiro, nos alerta e aconselha: “No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” - João 16.33.
Por Pr. Elias Alves Ferreira
 Fonte: www.soudapromessa.com.br
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domingo, 28 de agosto de 2011

A vida nas mãos de Deus


“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” – Gálatas 6.7.
Viver acima de todas as dificuldades é o sonho de toda gente. Mas a realidade nem sempre condiz com o desejo. Nossas vidas estão sujeitas às adversidades e derrotas. No entanto, nem por isso precisamos desistir de lutar, de encarar a realidade e prosseguir.

Um fator determinante que jamais devemos deixar de refletir é sobre a “lei da semeadura”. Ou seja, tudo que fizermos no presente, terá reflexo no futuro. Sobre isto somos exortados: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” – Gálatas 6.7. Através de Salomão somos convidados a agir sabiamente: "Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás" - Eclesiastes 11.1.

Mas se as perdas forem irreparáveis do ponto de vista humano? Se as “guerras” forem imprevistas? Se a dor nos visitar injustamente? Nestes momentos precisamos nos fortalecer da Palavra de Deus. Vejamos algumas soluções no texto de Paulo aos Romanos 8.31-39.

“Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” – Isto é escudo de fé.
“Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?” – Isto é amor providencial de Deus.

“Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica” – Isto é proteção carinhosa do Senhor.

“Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” – Isto é graça ilimitada de Jesus.

“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?” – Isto é vida espiritual em glória.

“Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro” – Isto é entrega definitiva (descanso) nas mãos do Senhor.

“Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” – Isto é comunhão com Deus que esmaga todo mal.

“Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir” – Isto é esperança transcendente.

“Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor” – Isto é vida vitoriosa e sem fim.
Por Pr. Elias Alves Ferreira