domingo, 22 de maio de 2011

Conselhos para um bom relacionamento

Por Pr.Elias Alves Ferreira


"Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor." - 1 João 4.8

Para aqueles que desejam um relacionamento duradouro e feliz é importante observar algumas detalhes a respeito. Separamos dez conselhos que se forem seguidas, seguramente, bons frutos serão colhidos.

01 – Ter a certeza do amor. A essência de Deus é o amor. Desta forma, não há substituto para esta virtude. É o alicerce de qualquer união. Uma centelha de amor é suficiente para que se invista numa aproximação maior, por que se multiplica rapidamente. Não se deve confundir amor com atração física ou paixão, que não passa de emoções passageiras.

02 – Ser Cristocêntrico. Relacionamento Cristocêntrico é quando Cristo está no centro. Qualquer união, para ser sólida, deve ser dirigida por Jesus. Através do Senhor conseguimos: A paz, a alegria, o amor, a esperança, a salvação através de sua morte e ressurreição... as promessas Bíblicas! Jesus fez e sempre fará a diferença

03 – Aceitar a pessoa amada como é e não como gostaria que fosse. O desejo é sempre grande de tornar quem amamos do nosso jeito, lendo sempre em nossa cartilha. E, quando tenta-se modelar o (a) companheiro (a), ocorrem os atritos. É preciso uma sintonia, uma adaptação, uma afinidade maior, porém; os limites particulares devem ser respeitados. Para que isto ocorra é necessário esforço e renúncia de ambas as partes. Amem as pessoas como são e elas terminarão como devem ser, afirmou um poeta moderno.

04 – Realizar uma entrega total na esfera do relacionamento. Nada deve ser omitido. O egoísmo deve ser vencido. Tudo que estiver ao nosso alcance deve ser feito. Esta entrega deve ser incondicional, afinal, existimos para tornar a pessoa amada feliz.

05 – Estabelecer uma boa comunicação. O diálogo sempre foi responsável pela durabilidade e qualidade de todos os relacionamentos. Diálogo é uma estrada de duas vias, por onde se transita nos dois sentidos. Tão importante como saber falar é ouvir. Se não for desta maneira não é diálogo mas sim monólogo. Vida sem palavras é triste, palavras sem vida é mais triste ainda, um desperdício.

06 – Impregnar atitudes e palavras com delicadeza. Todas atitudes e palavras no sentido de punir, vingar ou de ferir devem ser evitadas. Tudo pode e deve ser dito, porém; com qualidade, mergulhado, permeado de cuidado. O alvo final deve ser sempre o de aproximação.

07 – Liberar Perdão. Não existem pessoas perfeitas. Assim como nós erramos os outros erram. É preciso compreender com paciência e perdoar. A primeira esfera do perdão é para si mesmo e depois para a pessoa que produziu o erro. Perdoar é dar uma nova oportunidade, recomeçar, soltar o transgressor da prisão. Devemos compreender antes de tudo, que perdão é liberdade interior, imitação de Jesus e a maior prova de humildade.

08 – Respeitar e honrar a quem amamos. Ninguém que se aproxima deixa de presentear-nos algo. E num relacionamento próximo, a pessoa amada é um presente. Então, deve ser aceita, amada, respeitada e honrada. Seja sincero (a) que significa: “transparente” , “leal”, “sem cera”.

09 – Cuidar dos pequenos detalhes. Um grande relacionamento é composto de pequenos detalhes. Data de aniversário e acontecimentos importantes não devem ser esquecidos. Por outro lado, normalmente, grandes coisas não são esperadas, mas sim, pequenos gestos carinhosos.

10 – Semear para o futuro. Nunca sabemos tudo, é preciso investir tempo e emoções. Há sempre coisas novas a aprender. Conheça o máximo sobre relacionamentos interpessoais. Semeie o máximo que puder no presente, para que no futuro, com alegria, possa ter uma grandiosa colheita.
fonte: www.soudapromessa.com.br

sábado, 21 de maio de 2011

A imagem de Deus

Por Pr. Elias Alves Ferreira


Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gênesis 1.27
 
O ser humano foi criado perfeito e posto num lugar perfeito chamado Jardim do Éden (Jardim das Delícias). Tudo estava em perfeito equilíbrio para o primeiro casal: vida pessoal (saúde, casamento e emoções), ecológica (havia relacionamento direto com todos os animais e a natureza) e espiritual (Deus os visitava diariamente). E, além disso, pessoalmente, refletiam à imagem de Deus. Não é para menos que o primeiro capítulo Bíblico diz: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom.” Gn. 1.31.

Ainda hoje, embora em muito desfigurada e pálida pelas conseqüências do pecado, pode-se perceber a imagem de Deus na humanidade. O corpo físico por que é uma máquina perfeita, a liberdade de escolha ou o livre arbítrio, a capacidade de evolução científica, e a moral espiritual quando pautada pela vontade Divina, refletem a imagem do Criador.

Nossos primeiros pais tiveram a princípio uma beleza fora do comum. Nada se compara a teoria de que foram primatas. Hoje sim, marcados pela rebeldia e distantes dos princípios do Reino de Deus, muitos se comportam como verdadeiros animais. De forma contrastante o ser humano vive a evolução científica e a involução moral.

Foi por isso, que Deus enviou Seu Filho Unigênito a fim de salvar o homem caído do pecado e transformá-lo outra vez na Sua imagem. Quando uma pessoa, independente do seu físico, estado pessoal, sexo, idade, cultura ou passado, reconhece que é pecadora, e recebe em seu coração a Jesus Cristo, que carregou todos os pecados no Calvário e as reconciliou com Deus, acontece o milagre de João 1.12 “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome.”

O Espírito Santo opera sempre nos corações, de forma intensa e ímpar, o desejo de se tornarem como Jesus. Ele ministra tudo o que Cristo fez e fará na vida de quem crê. Esse é o caminho do resgate da imagem de Deus. Espiritualmente ocorre a volta ao princípio de tudo, o Éden. O lado espiritual fica sensível e em paz. Os encontros com o Senhor são constantes pela Bíbliae oração. O convertido passa a amar a natureza como nunca por que está em perfeita sintonia com as obras de Deus. O desejo de vida é intenso e todos ao redor passam a ser objetos de seu amor. É o tão sonhado renascimento, o “nascer de novo”.

Se na terra é tão bom, e quando Jesus voltar e vivermos a imagem perfeita e eterna de Deus? É um sonho, como o de 1 João 3.2 - “...Seremos semelhantes a ele, porque havemos de vê-lo como ele é.”  

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A presença de Jesus

Por Pr. Elias Alves Ferreira
 
“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus” – Atos 4:13.

 
Atos 3 e 4 mostram a comunhão e a ousadia da Igreja em seus primeiros dias, principalmente na pessoa de Pedro e João. O que nos alegra é que estes dois discípulos, apesar de serem humildes em suas culturas, refletiam de forma inequívoca a presença de Jesus. Esta é a maior riqueza que algum Cristão possa ter. Contudo, esta presença maravilhosa sempre contém outras características definidas.

A presença de Jesus transforma vidas ao redor. Nos primeiros versículos de Atos 3, Pedro e João, sem nenhuma moeda no bolso, fizeram a felicidade de um aleijado, que nunca tinha dado um único passo, a entrar no templo, andando, saltando e louvando a Deus. Jesus não é uma força intelectual, extática ou passiva. Esta presença é real e normalmente é reconhecida por terceiros. Quem a possui não necessita de demonstra-la. Aliás, quem mais tenta evidencia-la, menos a possui.

A presença de Jesus produz frutos concretos. O aleijado que fora curado (4:14), a conversão de vários Sacerdotes (6:7), a salvação de milhares de vidas (4:4), estavam palpáveis e visíveis em Jerusalém. Eles estavam sendo julgados por fatos e não por teorias. Menos palavras e mais ações, são estas coisas que o mundo quer ver na vida dos Cristãos modernos.
A presença de Jesus produz ousadia.Os Apóstolos tiveram ousadia para ministrar cura ao coxo, pregar na presença das autoridades e mesmo sob ameaças dos magistrados afirmar: Não vamos deixar de pregar as verdades eternas. Somente um fator pode fazer calar um discípulo de Cristo: O pecado. Caso contrário, deveríamos é avançar na fé, no amor, na comunhão e no testemunho.

Para se ter a presença de Jesus é preciso ter Jesus. Até parece uma redundância mas não é. A verdade é que não basta pronunciar este nome ou querer os Seus milagres. Esta presença exige comunhão direta com a “pessoa” de Cristo. Nestes dois capítulos mencionados encontramos 19 referencias diretas ao Senhor.

Feliz, mas feliz mesmo, é todo aquele que não olha as circunstâncias e deseja, e impregna sua vida com a presença de Jesus. São estes que na comunhão e imitação dos atos do Mestre de Nazaré, transformam vidas para a glória eterna. Sejamos hoje como Pedro e João. Que ninguém possa negar isto.
 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O dia que dividiu a história

Por Pr. Elias Alves Ferreira


Às vésperas do grande dia, um grupo pequeno reúne-se para Oração. O horto do Getsêmane, com sua plantação de oliveira testemunhou a maior oração da história. A tamanha tristeza levou os discípulos a adormecerem. Os anjos consolavam, enquanto Jesus, angustiado e transpirando sangue dizia: “Pai, se possível for, passe de mim este cálice, todavia, faça-se a tua vontade não a minha”.


O silêncio da madrugada foi quebrado por homens que se aproximavam com luzes e armas. Um deles, o que havia recebido o tratamento mais ilustre na ceia, o bocado de pão umedecido com vinho, O traiu vergonhosamente com um beijo. O julgamento seguido de escárnio, blasfêmia e desprezo, prosseguiu. A religião foi representada pelo Sacerdote Caifás, o Governo por Herodes e Pilatos representou Roma. Esse último, não vendo crime algum, mas pressionado, lava as mãos publicamente e O entregou para a turba enfurecida.

Aliás, o Crime de Cristo foi curar os enfermos, consolar os tristes, ressuscitar mortos, libertar cativos espirituais, ensinar as verdades eternas, dizer que era Filho de Deus e possuía um Reino não deste mundo.
Às nove horas da manhã, depois de coroa de espinhos, chicotes e os pregos da cruz.
Ao meio-dia, rejeitada a luz verdadeira, e com vergonha do seu criador, o sol não tinha motivos para brilhar e recolheu-se por espaço de três horas.

Sete frases magníficas foram pronunciadas as quais contém cuidados com os tristes, sua humanidade, perdão aos seus algozes, o Paraíso ao salteador que lhe pede e a terrível solidão.
A última frase foi às quinze horas, o horário do segundo sacrifício. Não foi suave como de tantas outras vezes, mas um brado forte, um profundo clamor ecoou no monte calvário “Está consumado”.
Não apenas o véu do templo rasgava-se, mas a história da humanidade.
Naquele instante Jesus estava consumando a nossa dor, a nossa miséria, a nossa tristeza, os nossos pecados. Aquela Cruz deveria ser nossa, mas Ele não pediu livramento aos anjos, simplesmente quis, demonstrando que nos amava apaixonadamente.

O que se seguiu foi um terremoto e o Comandante Romano, seus soldados e muitos reconheceram “verdadeiramente, Este era o Filho de Deus”.
O fim da tarde caía, um discípulo que aguardava o Reino de Deus, autorizado e num gesto de carinho, envolve-O, num fino e limpo lençol e descansa-O, num sepulcro novo.

Três dias se passam e o silêncio se quebra é a Ressurreição. Jesus voltou à vida. A melodia deixa a pausa e volta a ser entoada. O assunto principal até os confins da terra para sempre será, Jesus de Nazaré, sua vida, sua obra, sua morte, sua ressurreição e seu poder.

Este Jesus de Nazaré que um dia mudou a história poderá mudar também a sua.
fonte: www.soudapromessa.com.br