quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Eu não deixarei vocês sozinhos

 “Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros” – João 14.18
 
Uma das experiências mais dolorosas da vida humana é quando perdemos pessoas queridas, principalmente os Pais.
 
Mais profunda ainda é a perda quando o filho ainda não possui caráter e personalidade completa.
 
Foi neste sentido que Jesus falou aos discípulos: “Não vos deixarei órfãos”.
 
Jesus havia chamado cada um deles.Durante três anos e meio, havia também cuidado de todos os detalhes para tivessem um crescimento saudável, principalmente em termos de vida espiritual. Sermões, parábolas, orações, sinais milagrosos e até mesmo exortações para que estivessem preparados para o glorioso ministério de estabelecer o Reino de Deus.
 
A cruz aproximava. Ele seria arrancado do meio deles e seria colocado como espetáculo para alguns, porém, para os seus, o remidor do maior mal que alguém possa sofrer, o pecado. E isto seria com o pagamento pelo derramamento do Seu precioso sangue.
 
E por mais que os havia alertado pela necessidade dEle passar pela cruz, o momento seria muito difícil.
 
Jesus então fala sobre a ação do Espírito Santo na vida deles. E numa de Suas expressões, deixa claro: Não vos deixarei órfãos.

Pastor Elias Alves Ferreira

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A BREVIDADE DA NOSSA VIDA

Salmo 90 (NVI)
Você consegue identificar neste texto a nossa vida como:
A correnteza de um riacho, um cochilo, um flor, um cochicho e  um vôo de um pássaro?
5 Como uma correnteza, tu arrastas os homens; são breves como o sono; são como a relva que brota ao amanhecer;
6 germina e brota pela manhã, mas, à tarde, murcha e seca.
7 Somos consumidos pela tua ira e aterrorizados pelo teu furor.
8 Conheces as nossas iniqüidades; não escapam os nossos pecados secretos à luz da tua presença.
9 Todos os nossos dias passam debaixo do teu furor; vão-se como um murmúrio.
10 Os anos de nossa vida chegam a setenta, ou a oitenta para os que têm mais vigor; entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos!
 
Não se angustie o salmo termina assim:
17 Esteja sobre nós a bondade do nosso Deus Soberano. Consolida, para nós, a obra de nossas mãos; consolida a obra de nossas mãos!
 
No autor da vida,
Pastor Elias Alves Ferreira

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Uma oração para se viver

Efésios 3 (NVI)
14 Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai,
15 do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra.
16 Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito,
17 para que Cristo habite no coração de vocês mediante a fé; e oro para que, estando arraigados e alicerçados em amor,
18 vocês possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade,
19 e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheiosde toda a plenitude de Deus.
20 Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós,
21 a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém!
Ore e viva esta oração,
Pastor Elias Alves Ferreira

domingo, 23 de outubro de 2011

A graça de Deus


“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” – Efésios 2.8 e 9.
 
A graça de Deus é um tema lindíssimo dentro das escrituras. Mas a fascinação deste assunto não está apenas na beleza, mas também na grandeza. A graça de Deus é um oceano imenso onde nossas “vasilhas” de conhecimento jamais podem esgotar. Por meio dela está toda ação Divina. É ela que impulsiona também, toda boa ação da nossa parte. Dividimos este “amor em ação” em cinco partes para uma melhor fixação.
A dimensão da graça geral. Desta ótica podemos ver todos os seres humanos e a natureza. Todas as coisas foram criadas perfeitas e o projeto original foi concluído com “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” – Gênesis 1.31 (a). Os desequilíbrios atuais são conseqüência do pecado. Mas isto não altera o sentimento e a intenção de Deus. Mesmo pessoas com atitudes rebeldes são visitadas por esta graça. Mas é claro, que se a nossa resposta for positiva, maiores serão as vitórias. Com o coração alargado, cantou o salmista: “O Senhor é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras” – Salmo 145.9
A dimensão da graça restritiva. Quando Deus permite que mesmo alguém em estado de obstinação O rejeita e permanece no erro receba algum favor da Sua parte, Ele não está autenticando o mal. Deus é santo e não aceita a maldade ou a injustiça. A insistência no erro, atraí o juízo divino. Muitas vezes a sentença é reservada apenas para o final. Porém, na maioria das vezes, por amor, a mão de Deus começa a pesar ainda nesta vida, para que a loucura humana seja freada. Vejamos a conclusão de Davi: “O rosto do SENHOR está contra os que praticam o mal” – Salmo 34.16 (a).
A dimensão da graça que busca. Como Criador, Sustentador e Salvador, o primeiro passo é sempre da Sua parte. No Éden, Ele foi atrás do primeiro casal, sacrificou o cordeiro e preparou-lhes vestes especiais. A história se repetiu em Cristo, que é Deus vindo ao nosso encontro, e como cordeiro de Deus, derramando o Seu sangue para nos purificar e vestir de justiça. O Apóstolo do amor pregou: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” – 1 João 4.19.
A dimensão da graça que salva. Se a salvação dependesse de obras humanas, o reino espiritual seria um caos. Temos que fazer a nossa parte, dar espaço para o Senhor, mediante a fé, mas saber, que a salvação é uma atitude da graça de Deus. Este “dom imerecível” é que o nos tira do abismo espiritual e nos conduz ao caminho eterno. Ninguém chegará diante do trono eterno e poderá afirmar: “estou aqui pelos meus próprios méritos”. Paulo deixou claro: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” – Efésios 2.8 e 9.
A dimensão da graça final. A história começa e termina com a graça de Deus. O ponto final da Bíblia é a ministração deste presente que não merecemos. Por ela somos convidados ao banquete celestial. Esta dádiva deve permear todas as nossas atitudes. Depois de toda demonstração aos homens, as últimas letras da Bíblia, contém a bênção eterna de Deus, ministrada por João: “A graça do Senhor Jesus seja com todos” – Apocalipse 22.21.
 
Pastor Elias Alves Ferreira