segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A MARAVILHOSA LIÇÃO DE PEDRO MT. 14:22-32

Pedro era um pescador acostumado com água, e com ondas fortes. Era um homem destemido. Pedro foi o único que teve coragem de enfrentar aquele desafio...
Sempre que meditamos nessa historia quase sempre a conclusão é a mesma: o que levou Pedro a afundar foi a pouca fé, será mesmo que foi apenas isso? Será que Jesus conhecedor da natureza humana não sabia o tamanho da fé de Pedro? Será que não era conhecedor dessa fraqueza do discípulo para orientá-lo a que não fizesse aquilo se não poderia se afogar? Sim! Mas às vezes o Senhor quer nos ensinar algo, é que às vezes Deus nos permite passar por situações assim, ele permite que falhemos em algo que conhecemos ou “dominamos” muito bem, para mostrar o quanto dependemos dele e precisamos ser aperfeiçoados. O Senhor iria ensinar uma grande lição para Pedro e conseqüentemente para todos nós.
Veja só: ficamos impressionados com a ida de Pedro ao encontro de Jesus e quando Pedro está afundando, Jesus segura a mão dele, e o chama de homem de pouca fé. Agora eu fico a perguntar: se Jesus chamou um homem que teve a coragem de fazer o que ele estava fazendo (andando por cima das águas) de homem de pouca fé, do que ele mim chamaria! Então imagine a surpresa de Pedro quando ouviu isso do Senhor Jesus.

Por isso eu quero chamar a sua atenção para, mas três pontos importantes desta história: a oração, o estender a mão e a caminhada.
1 – A oração de Pedro (o clamor). A Bíblia diz que Pedro clamou dizendo: Senhor, salva-me (v.30).
Passar por dificuldades é normal, principalmente para cristãos, é assim desde o inicio da história do povo de Deus. O maravilhoso é que quando o crente em Jesus está no sufoco, sabe que pode contar com ele. Portanto o mais importante é clamar quando estiver afundado.
2 – Pedro estende a mão. A Bíblia diz que Jesus logo estendeu a mão e segurou-o (V.31), alem de clamar ao Senhor por ajuda devemos agir o nosso Deus é Deus acessível os que o busca verdadeiramente o encontra, Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir, Is 59:1. Mesmo que o contexto não diga que Pedro estendeu a mão e segurou a mão de Jesus, é óbvia que a resposta de Pedro foi essa: Pedro estendeu a mão e segura à mão de Jesus.
Uma pessoa que está sendo afogada enquanto não perde a consciência o que ela mais quer é algo em que possa se segurar para não morrer, Pedro encontrou a mão de Jesus e todos que estendem as mãos para ele pode encontrar ajuda, pode encontrar socorro.
Há muitas pessoas afundando sem ter quem lhes estendam a mão ou porque não querem estender a mão para serem ajudadas. O maravilhoso é saber que quando os que confiam no Senhor estão passando por momentos difíceis tem alguém com as mãos estendidas para ajudá-los. Importante também é ter humildade para estender a mão pra ser ajudado, (v.31).
3 – O ultimo ponto é a caminhada. A Bíblia diz que subiram juntos no barco (Pedro e Jesus), Jesus não subiu no barco carregando um homem desmaiado ou um corpo sem vida, não! Ele entrou no barco junto a Pedro que acabara de passar por uma grande experiência, (v.32).
A maior alegria do Senhor não é vê alguém caído para que ele possa carregar nos braços, a maior alegria do Senhor é nos vê de pé, é olhar para o lado e vê não apenas pegadas, mas sim vê você caminhado lado a lado com ele, porque do mesmo jeito que Pedro levantou e caminhou de volta ao barco e ali entrou juntamente com o Senhor, Deus quer ver você entrando na mansão celestial juntamente com o Senhor que virá buscar os seus escolhidos.
Muitos até clamam, pede ajuda e recebe, porque o nosso Deus é verdadeiro ele é fiel, Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á (Luc 11:10), porem alguns que contam com a mão estendida esquecem daquele que ouviu o seu clamor e lhe estendeu a mão.
Mas o maravilhoso é que Pedro caminha com Jesus, ele levanta e anda lado a lado com Jesus. Passamos por muitas dificuldades, as ondas, e os ventos fortes, as vezes podem até derrubar alguém, mas o cair é do homem de pouca fé e o levantar é do Senhor Jesus. O importante é dar as mãos a Jesus, levantar e caminhar com ele por toda vida.
Pois bem o importante nisso tudo é que Pedro não estava sozinho, ele não volta para o barco carregado por Jesus, ele volta caminhado por cima das águas e se no momento que Pedro inicia a sua caminhada até Jesus ele olhou para a tempestade, para as ondas e sentiu o vento forte, agora retorna com uma lição aprendida, agora ele não ira os olhos de Jesus.
Pedro aprendeu que mesmo sendo um “homem do mar” um pescador experiente que provavelmente já tinha enfrentado muitas tempestades, não era infalível precisava de ajuda era dependente de Deus.
Portanto devemos nos propor a aprender sempre, até naquilo que julgamos ter o “domínio”. Todos puderam vê quem é que tem todo o domínio sobre tudo e sobre todos, (Mt 14:33,35,36) O Senhor! Sejamos agradecidos a Deus por tudo que ele tem feito em nossas vidas, caminhemos sempre com Jesus, Pedro voltou salvo para o barco talvez os seus amigos não acreditassem quê isso poderia acontecer, mas puderam vê o poder de Deus a capacidade de Deus que vai muito alem do que pensamos. O importante é que a permanência de Pedro ao lado do Senhor lhe deu a certeza de vida eterna. Se Pedro morresse ali a vida dele estava garantida com Cristo, Pedro mesmo em outra situação declara: Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna, João 6:68.

Pr. Carlos

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Descoberta

Quem não gosta de estar na companhia dos outros só está interessado em si mesmo e rejeita todos os bons conselhos.(Pv 18.1)
Definitivamente, nossos melhores dias ou instantes não são aqueles em que estamos sozinhos, nem apenas os que nunca deveriam ter acabado. Recorri às minhas lembranças e constatei isso. Para muitos, não se trata de uma novidade, mas, para mim, essa é uma descoberta recente.
Deparei com o fato de que momentos preciosos da vida são até mesmo comuns: o barulho da família, as briguinhas entre irmãos, o mau humor da mãe, a intromissão de uma amiga, a preocupação com alguém, a perda de alguém ou de algo, e por aí vai. O legal foi perceber que situações comuns ou incomuns só se tornaram marcantes porque havia alguém comigo.
Descobri, então, que viver em um lugar paradisíaco, sem ninguém por perto para me incomodar, na verdade, seria um verdadeiro tormento, pois o que faz a vida valer a pena e lhe dá a melhor forma é o companheirismo, a partilha de risos e lágrimas, de maus e bons humores, de preocupações. A solidão só pode ser a deformidade da vida, e nada mais.

Fonte:www.fumap.com.br

O preço da Fidelidade


“E os três homens, vestidos com seus mantos, calções, turbantes e outras roupas, foram amarrados e atirados na fornalha extraordinariamente quente” (Dn 3:21).
O capítulo 3 do livro de Daniel contém um dos episódios mais lembrados do Antigo Testamento. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego são os personagens mais notáveis da narrativa. Eles eram homens de muita inteligência e entendiam, com muita profundidade, a cultura e a ciência babilônica, apesar de serem judeus (1:17). Ainda jovens, eles foram levados cativos para Babilônia e logo nos primeiros dias de sua estada ali, não cederam à tentação de se contaminar com a comida e com a bebida do rei (vv.8-15). Mas é no capítulo em questão que estes bravos homens de Deus atravessam a adversidade mais cruel de suas vidas. É uma verdadeira “prova de fogo”.
Tudo começou quando o rei Nabucodonosor mandou fazer uma enorme estátua de ouro e decretou uma lei que exigia que todos os que ouvissem o som da trombeta, do pífaro, da cítara, da harpa, do saltério, da flauta dupla e de toda espécie de música, se prostrassem e adorassem a dita estátua (3:5). A punição para os desobedientes a tal lei era a morte na fornalha em chamas (v.6). Em contrapartida, os que se curvassem a ela tinham a garantia de uma vida aparentemente tranqüila. O problema, é que aquela lei feria um princípio insubstituível das Escrituras: Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo na terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto (Êx 20: 4-5a).
Defender princípios bíblicos num mundo sem pudor não é tão simples quanto gostaríamos que fosse. Andar na contramão de uma sociedade egoísta, depravada, avarenta, pornográfica e violenta, é uma característica de poucos. Bem mais desanimador é o fato de que pouquíssimas pessoas estão dispostas a padecerem qualquer espécie de sofrimento para defenderem a fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos (Jd 1:3). Ser fiel em meio a uma sociedade infiel ou honesto em meio à corrupção, falar a verdade quando a maioria profere mentiras, dizer “não” quando todos dizem “sim” ou dizer “sim” quando todos dizem “não”, exige um preço alto a ser pago.
Talvez não tivéssemos a ousadia de dizer “não” à lei do rei babilônico. É possível que, à semelhança do que fez a grande massa populacional da época, tivéssemos humildemente inclinado a nossa cabeça e, ajoelhados, adorado a um objeto produzido por mãos humanas e, consequentemente, traído o nosso Deus. Porém, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego agiram diferente: …fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste (v.18). Se o rei lhes tivesse perguntado se estariam dispostos a pagar o preço por essa atitude corajosa (ou suicida, na visão de alguns), eles certamente diriam que sim! O preço da fidelidade, nesta situação, era a morte.
A pergunta que não quer calar é: “quem está disposto a pagar o preço da fidelidade?” Se esta pergunta fosse direcionada especificamente a você, qual seria a sua resposta? Os três personagens aqui citados foram condenados por declararem obediência ao Deus que serviam. Eles não escaparam da fornalha, mas na fornalha (vv.24-25)! Todos os soldados valentes que declaram fidelidade ao seu comandante, Cristo, serão por ele assistidos! Isso, todavia, não significa que os fiéis serão imunes ao preconceito, à dor, à resistência ou à morte. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram livres na fornalha babilônica, mas Paulo não teve a mesma sorte na prisão romana (2 Tm 4:6).
Deus estará ao seu lado quando você rejeitar as idéias promíscuas dos ditos “amigos”; e quando você recusar participar das tramóias sugeridas pelos chefes da empresa; e quando você disser “não” às propostas sedutoras, cujo fim é o adultério e a fornicação; e quando você confrontar as convicções heréticas, as quais desnorteiam as mentes das pessoas da verdade do evangelho. Por causa da sua firme convicção na Palavra, você estará sujeito a sofrer perseguições. Mas seja fiel, pague o preço e Deus lhe honrará de modo tremendo!

Fonte:www.fumap.com.br

TOLERÂNCIA “CEGA E MUDA”:NÃO!


Em um artigo publicado na revista evangélica Ultimato (Ed. 313, pg. 54-55), o autor, Ricardo Barbosa de Souza, diz que a tolerância transformou-se em uma das maiores virtudes da sociedade moderna e que, ao mesmo tempo em que isso é bom, é também extremamente preocupante. Apesar de a tolerância produzir nas pessoas boas virtudes como a compaixão e a paciência, cada vez mais as afasta de valores e princípios que as ajudam separar o justo do injusto, o certo do errado. Por ser muito tolerante a sociedade aceita tudo e não critica nada!
Infelizmente, essa “tolerância cega e muda”, que faz com que as pessoas fechem os olhos para não ver a verdade e tapem a boca para não condenarem o erro, contaminou a sociedade e ganhou lugar na vida dos cristãos. Estamos acompanhando uma das maiores invasões da influência do mundo sobre a igreja! É preciso, urgentemente, levantar um grito pela santidade na igreja!
A carta de Paulo aos Efésios alerta: Portanto, vede prudentemente como andais… (Ef 5:15). Esse texto é um sério alerta de Paulo para os irmãos de Éfeso, como é para nós também. A expressão “vede prudentemente” significa “vede acuradamente”, “vede cautelosamente”, e traz o sentido de “daí grande atenção”. Mas porque é necessária tanta atenção? O final do versículo 16 responde: …por que os dias são maus. Já eram “maus” nos dias de Paulo e são muito mais agora.
Dias maus é um conceito da nossa era! Nunca se viu tanta podridão como estamos vendo atualmente, a corrupção atingiu níveis nunca antes alcançados. Estamos assistindo uma série de escândalos políticos. A violência está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia. Os valores morais estão sendo rebaixados e jogados na sarjeta. A família unida, junta, estruturada, se tornou quase que uma utopia, “coisa de outro mundo”, dentro da sociedade moderna. A idéia de que casamentos não duram para sempre é cada vez mais aceita com naturalidade. A autoridade dos pais nunca foi tão fraca sobre os filhos como é agora. A mídia nunca foi tão pervertida. Pare para pensar no que você tem visto e ouvido?
O alerta da palavra de Deus nunca foi tão oportuno. Vivendo numa cultura que se orgulha do pecado, glamourizando-o através dos meios de comunicação organizando marchas para celebrá-lo, rindo da corrupção, exaltando a esperteza muitos estão “entrando na onda”, saindo da linha, andando para trás no processo da santificação pessoal: Cuidado! Se você é um desses que tem aceitado passivamente as propostas desse mundo ilusório e passageiro, dê ouvidos hoje mesmo ao alerta da Bíblia Sagrada.
O versículo 17 de Efésios capítulo 5 diz: Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. A expressão “procurem compreender”, indica que devemos usar a nossa mente para descobrir a vontade de Deus. “Compreender” aqui é “a habilidade de juntar as coisas e vê-las em seu relacionamento mútuo. Os santos são encorajados a fazer uso do seu raciocínio”. Deus nos deu inteligência e espera que a usemos! Jovem que faz parte da geração metanóia, que tem a mente transformada: não seja “cego e mudo”, aceitando tudo passivamente, diante das realidades que nos cercam. Faça a vontade do Senhor!

Fonte:www.fumap.com.br

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O amor de Deus

Nada nos pode separar do amor de Deus. A Bíblia diz em Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
O amor de Deus é um amor de sacrifício. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
O amor de Deus dura para sempre. A Bíblia diz em Salmos 136:1 “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.”
Como a Bíblia descreve o amor? A Bíblia diz em 1 Coríntios 13:4-7 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
A Bíblia diz que devemos amar-nos uns aos outros. A Bíblia diz em 1 João 2:7-8 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz.
O amor não é só para amigos. A Bíblia diz em Mateus 5:43, 44 “Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.”
O amor é o resumo da lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
Podemos mostrar o nosso amor a Deus guardando os Seus mandamentos. A Bíblia diz em 1 João 5:3 “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos.”
Não deixe que o seu amor por Deus se enfraqueça. A Bíblia diz em Apocalipse 2:4-5 “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”

Nada nos pode separar do amor de Deus. A Bíblia diz em Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
O amor de Deus é um amor de sacrifício. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
O amor de Deus dura para sempre. A Bíblia diz em Salmos 136:1 “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.”
Como a Bíblia descreve o amor? A Bíblia diz em 1 Coríntios 13:4-7 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
A Bíblia diz que devemos amar-nos uns aos outros. A Bíblia diz em 1 João 2:7-8 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz.
O amor não é só para amigos. A Bíblia diz em Mateus 5:43, 44 “Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.”
O amor é o resumo da lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
Podemos mostrar o nosso amor a Deus guardando os Seus mandamentos. A Bíblia diz em 1 João 5:3 “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos.”
Não deixe que o seu amor por Deus se enfraqueça. A Bíblia diz em Apocalipse 2:4-5 “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”
Fonte: www.jesusvoltara.com.br

domingo, 26 de setembro de 2010

Ele se importa com você

Jesus: este é o nome do real personagem que atraía milhares de pessoas agredidas emocional e fisicamente pelas enfermidades aparentemente incuráveis, oprimidas por possessões demoníacas, aflitas por causa da culpa e complexadas pelo preconceito social. Ele era diferente de todos os líderes espirituais do seu tempo. Mesmo não tendo pecado, jamais excluiu do seu rol de convivência os pecadores. Muitos iam até ele em busca de uma solução urgente para os seus problemas (Mt 14:14).
Marcos 1: 40-44 narra o surpreendente episódio da cura de um leproso. O texto afirma: Um leproso aproximou-se dele e suplicou-lhe de joelhos: “Se quiseres, podes purificar-me!” (v.40). Aqui fica evidente o desespero do homem acometido de lepra. Naquela época, um leproso tinha de conviver com o preconceito das pessoas, pois era considerado impuro pela lei. Ele não podia, de modo algum, conviver dignamente dentro da sociedade. Era visto com repugnância e desprezo. Além disso, a lepra era vista frequentemente como uma punição de Deus pelo pecado. Era nessa situação que vivia o leproso em evidência. Jesus poderia evitá-lo, mas não o fez. Poderia expulsá-lo, no entanto, teve compaixão dele e, tocando-lhe a pele, o curou (41 e 42).
O fato de Jesus ter agido dessa maneira só nos faz concluir algo: ele se importava com aquele leproso. Ele o amava. Do mesmo modo, ele se importa com a sua vida. A sua angústia não é capaz de separá-lo do amor de Cristo (Rm 8: 38 e 39). Portanto, se o complexo de inferioridade, se a depressão ou se a tristeza bater à porta do seu coração, lembre-se: Cristo ama você e não lhe desamparará. 
Fonte: portaliap.com.br

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Aspectos centrais do aconselhamento






A Bíblia mostra que não importa quem seja se rico se pobre bem conceituado na sociedade ou não, crente ou não, todos têm problemas. Os problemas são vários e muitas vezes as pessoas precisam de ajuda para resolvê-los. É aí que se faz presente a figura de um eficiente conselheiro, porque se o conselheiro não tem capacidade pra isso pode complicar mais ainda a situação da pessoa. Portanto  vamos está  discorrendo sobre alguns aspectos do aconcelhamento, para abordar  um pouco sobre o papel do conselheiro cristão.

Os objetivos do aconselhamento
O objetivo do aconselhamento realizado pelo conselheiro cristão é ajudar as pessoas a se “encontrarem” muitos estão perdidos em meio a tantas complexidades da vida, o aconselhamento deve levar essas pessoas a crescerem não só espiritualmente, mas também humanamente. Elas precisam de vida abundante no céu e na terra. Mas muitas pessoas passam por dificuldades nesse processo de crescimento e precisa através de um aconselhamento eficaz vencer essas barreiras, por tanto uma das metas do aconselhamento é levar a pessoa que tem uma visão destorcida da realidade à compreensão correta.
O relacionamento entre conselheiro e aconselhando
A escolha do local para uma boa conversa entre conselheiro e aconselhando é muito importante para evitar que aquele momento seja prejudicado, o aconselhando precisa se sentir a vontade. Outros três aspectos também são importantes nas relações: conselheiro e aconselhando. É preciso haver respeito pelo ser humano independentemente do seu modo de pensar. Nesse relacionamento não tem espaço pra hipocrisia, o conselheiro tem que ser sincero, não pode ter dupla personalidade isso prejudicará seriamente a sua imagem ante o aconselhando. É preciso haver empatia, que é a capacidade se identificar profundamente com a situação em que uma pessoa se encontra, é preciso amar a pessoa verdadeiramente.
As técnicas de aconselhamento
Existem pessoas que aconselham sem ter experiência para isso, em vez de ajudar pode complicar ainda mais a vida do aconselhando. Portanto existem técnicas que ajuda o conselheiro a desenvolver um excelente trabalho de aconselhamento. A técnica é importante porque da segurança ao conselheiro e faz com que tenha um grau de acerto muito melhor diante dos obstáculos do aconselhamento. Alem disso sendo bem aplicada faz com que o aconselhando confie no conselheiro.
É preciso técnica na atenção, no ouvir, no responder, no ensinar, e no saber filtrar tudo que ouve, mas diante de tudo isso o mais importante é orar a Deus pedindo sabedoria, orientação e perspicácia, através do Espírito Santo, para as pessoas encontrem não apenas respostas para suas perguntas e dilemas, mas alem disso crescimento moral e espiritual para a gloria de Deus.
O processo de aconselhamento
O aconselhamento tem começo meio e fim. Para que o processo de aconselhamento seja o mais produtivo possível é preciso se construir logo no inicio um bom relacionamento entre as duas partes envolvidas, aconselhando e conselheiro. O conselheiro precisa entender que cada caso é um caso porque as pessoas não são iguais, e nesse inicio de terapia o cuidado com a pessoa é fundamental. Essa é a faze do conhecimento mutuo e o momento em que o conselheiro deve aproveitar o máximo porque é uma faze de sensibilidade do aconselhado, onde ele está aberto a contar muitos dos seus problemas. Mas isso deve ser feito com respeito e sensibilidade. Tudo isso ajudará a construir um bom relacionamento para que mais a frente possam também planejar juntos um plano de ação pra desenvolver o que precisa ser feito.  O conselheiro deve apoiar o aconselhando animando-o e encorajando a colocar em pratica o que foi estabelecido, se algo não deu certo podem rever juntos o que deu errado e reavaliar o plano.
Nem sempre vai ser fácil esse processo de aconselhamento, e o final também nem sempre vai ser o que se esperava desde o inicio do processo, por tanto pra que o encerramento do processo de aconselhamento não fique tão longe daquilo que se esperava no seu inicio é importante que o inicie e o andamento seja construído em cima de um bom relacionamento para que o resultado seja satisfatório.
A as teorias de aconselhamento
Quanto às teorias cada um tem a sua, não existe uma teoria perfeita porque é um reflexo da personalidade de seu criador. Portanto as teorias são idéias de homens passivas de mudanças na medida em que são questionadas.
Já que não existe uma teoria correta, mas ao mesmo tempo reconhecemos que no processo de aconselhamento Jesus usou vários métodos e nós também precisamos de técnicas nesse processo o que fazer?  O melhor para o conselheiro cristão sempre é contar com a dependência de Deus, devemos contar com o Espírito Santo pedindo que ele aja através da personalidade de cada conselheiro capacitando-os pra ajudar outras pessoas de maneira mais eficaz.
A lei e o aconselhamento
As leis dos países regulam as atuações dos conselheiros profissionais para evitar assim certos abusos. No caso do conselheiro cristão, esse está isento de muitas das leis aplicadas aos profissionais da área, mas mesmo assim, a lei serve de termômetros para nós conselheiros cristãos, e é bom estarmos atentos quanto às leis do país para saber como e onde estamos liberados pra atuar para não corremos o risco de agir indevidamente e sermos processados.
Mas uma vez é importante lembrar que o conselheiro cristão é totalmente dependente do Espírito Santo de Deus para ser bem sucedido nessa área bastante difícil que é ajudar pessoas a encontrarem ajuda pra seus diversos problemas, que a graça de Deus nos ajude nessa tarefa.

Problemas de Família
Se a família cristã andar de acordo com o que Jesus tem ensinado, muitos dos problemas que hoje vemos, irá diminuir consideravelmente. O desajuste familiar é cada vez maior principalmente no meio cristão. Se com Jesus buscarem a solução para os seus problemas muito pouco precisarão de um conselheiro para ajudar em problemas cotidianos que devemos solucionar entre si. Porque os maiores problemas das famílias nos dias de hoje estão diretamente ligado ao tipo de relacionamento desenvolvido dentro do lar. Está faltando Deus no lar.
 O que a Bíblia diz sobre problemas de família
A Bíblia mostra que sempre ouve desajustes na família em diversas áreas. A Bíblia não esconde que grandes homens reis, patriarcas, tiveram graves problemas familiares. Apesar de não haver tantas instruções sobre como conduzir a família na Bíblia, o que está escrito principalmente no Novo Testamento é o suficiente, é a base, e se colocarmos em pratica a família será a benção que Deus espera, porque Deus constituiu a família para ser uma igreja, portanto podemos dizer que tudo que está escrito no Novo Testamento pode ser aplicado ao ensino familiar individualmente.
As causas dos problemas de famílias
Existem muitos obstáculos que impedem o bom relacionamento familiar, e para vencermos esses obstáculos é preciso habilidade para lidar com: comunicação, com intimidade, com regras, (é preciso haver equilíbrio), com o histórico da família, (a franqueza e a honestidade são imprescindíveis), com as metas para o futuro de cada um (principalmente para filhos) cada pessoa tem os seus ideais e desde que isso não seja prejudicial para si ou para terceiros deve ser respeitado, com os valores defendidos (os valores são importantes, mas é preciso haver flexibilidade) bom é que os valores estabelecidos pela palavra de Deus façam parte da nossa família.
Existem ainda três fatores que são obstáculos para um bom relacionamento familiar: não ter compromisso com a família, funções mal definidas, e falta de habilidade ambiental.
Em primeiro, não podemos nos isentar das nossas responsabilidades dentro da família, cada um tem o seu papel dentro da família e deve desenvolve sempre pensando no bem está de todos. Para isso é preciso tempo e motivação para ajudar na ora que surgirem os problemas.
Em segundo, é preciso resgatar os princípios e valores cristãos dentro da família. Deus criou homem e mulher e definiu o papel de cada um dentro da família, se hoje vemos famílias tão desajustadas com inversões de valores entre pais e filhos são porque os bons princípios das Escrituras Sagradas não estão sendo levados a serio. Quando resgatarmos esses valores, teremos famílias como Deus deseja.
Em terceiro, a família deve verdadeiramente está edifica em Cristo Jesus, só assim ela vai poder permanecer firme em um ambiente tão hostil ao padrão de família que Deus vê. Porque infelizmente a sociedade cada vez mais vê um modelo de família cada vez mais diferente daquele que Deus vê. Portanto mais uma vez digo que é imprescindível ter Jesus como a base da família, para que ela não desmorone quando vir às tempestades dessa vida e assim termos sabedoria para lidar com os problemas que chegam até a família.
Os efeitos dos problemas de famílias
Os efeitos de problemas de família acabam ficando evidente no comportamento dos membros da família, toda ação tem uma reação, se as coisas não vai bem entro do lar, certamente em um momento ou outro isso vem à tona, é um filho rebelde, um pai alcoólatra, ou uma mãe estressada e etc. para que isso se resolva e essa família encontre a paz que Deus deseja para todas as famílias, é preciso que aja um relacionamento baseado no amor sincero, pessoas que conversam que contam uma com as outras com, uma família compreensiva. Para que cresçamos na graça e no conhecimento do Senhor é preciso harmonia em nosso lar.
O aconselhamento de problemas de família
Existem muitas técnicas de aconselhamento de problemas de família, mas o apóia dos parentes, da igreja, e da comunidade nesse processo de aconselhamento familiar segundo especialistas são insuperáveis.
A família pode cooperar no processo terapêutico de aconselhamento familiar. Porem cabe ao conselheiro administrar muito bem esse processo porque pode ser que um membro da família possa atrapalhar muito mais que ajudar.
Muitos conselheiros preferem trabalhar com toda a família porque julga que o problema não é de uma só pessoa. Toda a família pelo menos os mais próximos estão envolvidos no problema juntamente com o “pivô” da situação, se todos não estiverem envolvidos no processo terapêutico fica difícil para o conselheiro detectar a raiz do problema já que a pessoa em tratamento está em um contexto familiar onde as problemáticas são diversas. O tratamento de toda a família vai proporcionar um ambiente saudável para o paciente, assim pode se evitar que aja a rejeição desta “nova” pessoa no seio família já que as pessoas mesmo sabendo que as coisas não vão bem se acostumam com a situação.  Portanto é preciso ser feito uma “desintoxicação do lar”. Não faz sentido tratar uma pessoa que tem um pai ou um filho ou uma mãe que é o agente causador do distúrbio daquela pessoa que está sendo tratado sem tratar juntamente com ela essas pessoas também. Seria como tirar uma pessoa de uma área que foi contaminada por um produto radioativo, tratá-la e depois levá-la de volta para a mesma área contaminada. Esse processo ajudará às pessoas a viverem em unidade no lar, apreendendo que mesmo sendo diferentes podem viver felizes no mesmo espaço.
Como evitar os problemas de família
Pra evitarmos problemas é preciso viver como família. Família não são apenas pessoas do mesmo sangue, são pessoas que vivem juntas em um contexto social e para que os choques causados pelas diferenças individuais sejam o menor possível é preciso observar o padrão de família aos olhos de Deus. Deus nos deu as Escrituras Sagradas pra ser o nosso padrão. É preciso que a família esteja sempre promovendo momentos que proporcione a unidade em família, aonde cada um possa conversar, falar dos seus problemas, preocupações e se alegrarem juntos. Existem bons livros de alto ajuda, mas o melhor é a palavra de Deus.
Os problemas familiares são vários e as pessoas atingidas também são as mais diversas. Nós que lidamos com famílias não conhecemos todas as situações, não podemos resolver todos os problemas, mas podemos pedir a Deus que nos capacite cada vez mais pra que dentro do contexto de cada um possamos ser usados para ajudar as famílias a serem mais felizes.